sábado, 28 de dezembro de 2013

O banho nosso de cada dia

Por Hilda Lucas
Banho de vira-lata é aquele em que você entra de quatro, se arrastando, se sentindo destruída. Você chora alto, senta no chão, cogita se afogar. Você liga o chuveiro e tudo o que você quer é se diluir, esvaziar. Você gasta sua cota anual de água, conta todos os azulejos, sai com os olhos inchados, pele de uva passa, mas sai, e esse sair é transformador. Algo sempre muda depois de um banho de vira-lata e o mais freqüente é você se dar conta de que aquele banho lhe fez bem. Um bem simples, reconfortante, que pôs você no prumo, lhe devolveu o rumo e lhe deu força para encarar o dia, a barra de viver, as feras todas. O banho de vira-lata é aquele que você toma com “seus botões de carne e osso”, com seus fantasmas, com usa impotência, seu pânico. Nele você entra sem saídas, sem respostas e pode até sair sem soluções, mas sai estranhamente apaziguada, você sobreviveu ao banho e parte do desespero escoou pelos poros, pelo cano. No banho, a drenagem do cansaço, o conforto da limpeza, a certeza de que a vida segue lá fora, pois banho é reparação.
Por isso quando vida mandar você tomar banho, vá! Vá sem medo, mesmo que se debulhando. Confie no poder do banho. Confie na função terapêutica da rotina. Enquanto dá conta de se arrumar, se alimentar, trabalhar, dormir (mesmo que com uma ajudinha…) e tomar banho significa que você está rolando os dados. A gente tem horror à rotina e isso é uma bobagem, pois é no comezinho da rotina que a vida se organiza e as dores cicatrizam. Um dia após o outro, um banho após o outro.

O banho nesse quesito é emblemático. Tão simplesinho, tão arroz com feijão, tão generoso. Nossa dose diária de esperança e entusiasmo. O banho nosso de cada dia é uma espécie de oração, de teimosia, de pacto. Na maioria dos banhos, apenas cumprimos nossa rotina de asseio e civilidade. Mas banho que é banho é muito mais que higiene.
Quantas vezes bradamos: “Meu Deus, preciso de um banho!”, certos de que o banho nos devolverá equilíbrio e força. Tomamos banho e ficamos novos, limpinhos, recompostos. Um milagre caseiro feito de água e sabão. Uma parada, um respiro, uma trégua.

(…)
A vontade de tomar banho aflora como uma urgência, uma tábua de salvação, um remédio nas horas mais difíceis e complexas. Tomar banho depois de uma situação extrema é o primeiro indício de que a vida voltará, de uma forma ou de outra para os trilhos. O banho funciona como o primeiro sim que você diz à continuação do viver.
(…)
No banho, mais que xampus, espuma, cremes, sais, há também o choro, as marcas do amor, as secreções, o medo e a convalescença descendo redentoramente pelo ralo. No banho, a possibilidade de esquecimento, de recomeço, de entrega.No banho, nosso dilúvios, nossos redemoinhos, nosso desaguar sem fim; nossos batismos nossos segredos, nossos mergulhos.No banho, os resíduos do ontem, a troca de pele, o tempo suspenso.
Saímos de hospitais e enterros pensando em banho; tomamos banho depois de brigas, demissões e discussões. Neutralizamos o desgaste do dia, do trânsito, do trabalho com um banho bem tomado. O banho é, portanto, um hiato entre estágios, interfere no tempo vivido, limpa o corpo, desperta a consciência, nos acorda por dentro. Quantas vezes pensamos no meio da correria da vida: “Daria tudo por um banho…”. Banho é refúgio, é reset.
(…) Mas tarde você analisará no banho as rugas, a flacidez, as marcas do tempo e, depois de certo assombro, tomará seu banho com a mesma diligência amorosa de sempre. No banho, a crônica da vida.
Mas só quando você toma um banho day after, você compreende a força do banho. Banho day after é aquele do dia seguinte a uma ruptura, uma tragédia pessoal. Você sabe que depois daquilo nada será como antes. A vida não será a mesma, nem você será a mesma e, no entanto, você toma banho como se tudo continuasse como era. É incrível. Sua mãe morreu e você toma banho como fez todos os dias. Você se separou e lá está você no banho, a despeito de tudo. Você perdeu um filho, um irmão, sua melhor amiga ou descobriu que tem um tumor e, estoicamente, toma banho. O santo banho, aquele que faz você voltar a funcionar, pois, no caos, o hábito é a regra de outro para que a vida se recomponha. Nessas horas, tomar banho é comovente. E você tem certeza que a vida é pura teimosia, que continua a despeito das perdas e do reveses e no banho você está apenas afirmando: estou dentro, estou viva.
Publicado originalmente na Revista Lola Fev/13

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Destralhe-se

O texto é longo, mas vale cada frase! Já me animei a executar um novo destralhe aqui em casa!!!!! Divirtam-se! “Destralhe-se!” Faz bem à saúde mental e emocional livrar-se de tudo o que está intoxicando a vida, a casa e o trabalho… É dever de casa: o primeiro trabalho que a psicóloga e arteterapeuta Rosângela Cassimiro dá para os pacientes é arrumar o guarda-roupa, começando pelo maleiro lá em cima, “que é infernal,” um lugar para onde se empurram todas as tralhas inimagináveis da casa. Depois, ela pede que a pessoa vá descendo para as extremidades direita e esquerda até chegar ao meio do guarda-roupa. “Para arrumar tem que bagunçar,” dita ela, “tirar tudo para fora. Depois é escolher o que vai ficar, doar, vender e queimar. Tem que separar o joio do trigo, comprar caixas para deixar tudo arrumado. É preciso ‘destralhar’, pois a casa é a representação simbólica da gente mesmo.” Na casa de Rosângela, até os objetos da mãe, que já morreu têm lugar certo, uma caixa vermelha com fitas douradas. “Organizar a vida é desbloquear a área mental e, consequentemente, organizar as emoções, as perdas e fazer as despedidas internamente.” “Destralhar” é uma tendência mundial depois de tanto consumismo. Muitos programas da TV fechada, em vários canais, ensinam como organizar a casa e, consequentemente, a vida. Nada de desordem externa, que leva à desorganização interna e faz a vida virar um lixo! “Renovar rima com ‘destralhar’. E quem não quer renovar a vida? ‘Destralhar’ é liberar tudo o que impede o movimento de expressão e realização no mundo. Em qualquer aspecto da vida”, assegura o arquiteto Carlos Solano, mestre em feng shui e dos cursos da casa saudável. No livro Jogue fora 50 coisas, lançado pela Ediouro, a terapeuta norte-americana Gail Blanke garante que “quando jogamos fora a bagunça física, libertamos nossas mentes. Quando jogamos fora a bagunça mental, libertamos nossas almas”. Solano, por exemplo, aprendeu com a benzedeira e amiga dona Francisca que vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada. “E a casa também tem muitas toxinas. São elas: objetos que você não usa, roupas que não gosta nem usa há mais de um ano, coisas feias, quebradas, lascadas ou rachadas, plantas mortas ou doentes, recibos, jornais e revistas antigos, remédios vencidos, meias velhas e furadas, sapatos estragados. Ufa, que peso!”. Nem dá para encontrar nada no meio dessa bagunça, mas com o “destralhamento” “a saúde melhora, a criatividade cresce e os relacionamentos se aprimoram,” ensina. A arquiteta Adriana Gontijo se lembra do tempo em que morou num apart-hotel, sem lugar apropriado para guardar todos os objetos: “Foi uma época ruim, em que até adoeci”. ADEUS, bagunça! Arquiteta dá dicas de como fazer uma faxina geral. Escolher uma área da vida é o primeiro passo para iniciar a limpeza, de preferência numa tarde de domingo Não é tão fácil quanto parece. É preciso tempo, disponibilidade e disciplina, mas que nenhum desses três itens sirva de desculpa para continuar com a casa e a vida em desordem. Comece numa daquelas tardes vazias e longas de domingo. A gaveta do criado-mudo pode ser um bom início. É só abrir para perceber a bagunça: pilhas usadas que um dia você pensou em levar para um lugar de descarte apropriado, cartões de visita de pessoas que você nem conhece, montes de bijuterias jogadas dentro da gaveta, emboladas, arrebentadas e não usadas há tempos, algumas que você nem sabia que tinha. E as chaves do antigo apartamento, as caixas de remédio vazias, os terços herdados da mãe que já partiu, pequenas lembranças que ainda não deu para desapegar? E a lata de biscoitos da mãe com linhas, dedais e agulhas? E os relógios que estão grudados na memória afetiva? E os vidros de perfume vazios, além das amostras grátis das perfumarias? A gaveta está a ponto de estourar de tanta tralha. Ai, socorro! Se uma gaveta está assim, imagine o maleiro com coleções de jornais e revistas, guardados, mas nunca lidos ou consultados. Pelo menos a árvore de Natal já desceu de lá para ocupar lugar na sala, toda armada e decorada. Imagine a cozinha com as velhas louças, as vasilhas com as asas bambas, os garfos tortos e queimados que a ajudante esqueceu na panela quente. E a sanduicheira que não fecha mais, o liquidificador e a panela de pressão antigos, que foram substituídos por novos, mas ainda não descartados? E o vidro de alcaparras fechado e vencido há mais de um ano? E as facas sem corte que não dá mais para usar? Por que não levá-las a um amolador? Ah, Deus, onde tem o amolador de facas neste mundo moderno e descompassado? Eles ainda existem? Sem contar o escritório, com estantes que não aguentam mais de tantos livros, que espirram edições ilustradas de quando o filho ainda era criança. E olha que faz tempo. Os mais de 500 exemplares de LPs que o filho coleciona com tanto amor? E os milhares de CDs em desordem pela casa? Onde estão as capas dos de Chico, Gil, Caetano e Cazuza? É preciso coragem para sair dessa eterna bagunça, que inclui roupas e mais roupas penduradas. Algumas não dá nem para ver, outras foram compradas com a intenção de emagrecer para depois usar. E compre, compre, compre sem ter como e quando usar. A cada mudança de estação, uma desculpa para entupir o armário de roupas e sapatos novos, esses últimos agora estão debaixo da cama, porque não há mais espaço no armário. Haja consumo! Casa desintoxicada: Para ajudar na faxina da casa e fazer a vida fluir, a arquiteta Adriana Gontijo dá algumas dicas sagradas. “Quando a gente faz o ‘destralhamento’, abre espaço para viver o presente de forma mais fluida. Dá lugar para a prosperidade, fortalece o sentimento de confiança na vida.” Ela conta o caso de uma cliente que vinha fazendo uma limpeza na casa dela, mas não tinha muito tempo. Ia limpando muito devagar, nem dava para perceber os efeitos. Então, chegou um desses feriados prolongados. Decidiu que não ia viajar, mas fazer o “destralhamento” da casa. “Ficou uns três dias jogando fora apostilas de faculdade, livros de colégio, cadernos, trabalhos premiados, mas que não tinham mais sentido em sua vida atual. Separou os livros que ia doar, jogar fora ou vender. Organizou tudo. Na semana seguinte, o chefe dela propôs parceria num dos projetos da empresa. A vida da minha cliente deu uma guinada e para mim essa ascensão na carreira foi significativa. Jogando fora coisas velhas, ela deu espaço para a prosperidade profissional.” Adriana sugere também escolher uma determinada área da vida que precisa ser trabalhada, como a pessoal. “É preciso fazer uma limpeza de cartões e fotos antigas. Objetos que ganhou. Se quer prosperidade, tire tudo o que está entravando, separe o que vai dar. No lugar de antigas fotos, substitua por novas, de viagens que quer fazer. Se é um cruzeiro, ponha a foto de um navio no porta-retratos, espalhe mensagens novas pelo escritório, para renovar a vida.” No criado-mudo lotado de bugigangas, acione a área dos relacionamentos se quiser um novo amor. Tire tudo e coloque “objetos que formam um casal em cima do criado atraem relacionamentos amorosos”. Segundo ela, as pessoas não gostam de jogar objetos fora, porque acham que podem precisar um dia. “A gente não se permite, sente culpa. O ideal, portanto, é escolher um ambiente. Arranje três caixas. Para a primeira vai tudo o que você quer jogar fora, na segunda o que vai doar e na terceira, o que você não sabe o que pretende fazer. Depois, faça as seguintes perguntas: há quanto tempo não uso isso? Eu amo? Realmente, preciso disto? Se está em dúvida, coloque na caixa do não sei e questione. Se me livrar desse objeto, o meu sentimento de alívio vai ser maior do que um possível arrependimento? A questão é: se você não usa há mais de um ano, se não ama nem precisa daquilo agora, para que manter?” Ela diz que tudo tem um simbolismo. “Cada vez que você entra em casa, os objetos transmitem mensagens do casamento que não deu certo, outros objetos lembram uma época ruim. Mensagens que vão minando seu sentimento de confiança na vida. Desintoxicar a casa significa abrir espaço para o novo e a prosperidade. Viver o presente com fluidez.” ENERGIAS: Grudar no passado e ter medo do futuro leva ao apego do que não tem mais sentido na vida. E nada de desculpas de falta de tempo. Adriana sugere: “Em vez de sentar para ver TV, arrume uma gaveta. Se fizer isso todo dia durante um mês, todas estarão em ordem. Na semana que vem, você pode levantar meia hora antes para arrumar uma estante, sempre com o propósito de desbloquear energias negativas e passadas, para que o novo entre. É bom lembrar que um ambiente bagunçado gera confusão mental”. Ela dá o próprio exemplo da época em que morava num apart hotel e não tinha tempo nem espaço para organizar as revistas de arquitetura e todo o material que sua profissão exige. “Sentia cansaço físico, não tinha vontade de fazer nada, só de ficar quieta, e acabei adoecendo. Era um resfriado, nariz entupido, até que mudei para um apartamento maior e fiquei mais leve e disposta, atenta às oportunidades que a vida oferece. Além do mais, viver num ambiente organizado faz a gente se sentir bem, mais alegre e bem- humorada.” Quatro caixas e a liberdade: Ela usa a arte como ferramenta para a observação do processo de autoconhecimento. Assim que o paciente entra no consultório, a psicóloga Rosângela Cassimiro tem uma conversa e já separa o diário de bordo para cada um e passa o dever de casa. “Tento alinhavar o físico, o emocional e o mental. O melhor exercício é arrumar o guarda-roupa. Tive uma paciente que começou arrumando o armário e se empolgou tanto que resolveu reformar a casa.” A técnica de Rosângela é parecida com a de Adriana, mas inclui queimar o que não serve mais, o que traz lembranças ruins. “Peço que a pessoa arrume quatro caixas e ponha numa delas o que vai ficar, na outra o que doar, na terceira o que vender. Na quarta, o que vai ser queimado. Quando digo para queimar, as pessoas se assustam, porque ninguém está acostumado com fogo dentro, por exemplo, de apartamento. Sugiro comprar uma daquelas bacias ou baldes de metal para queimar o que precisa ser queimado. A gente deve criar o costume de ter uma pira dentro de casa, pois já temos o elemento água nas torneiras.” Como arteterapeuta, ela ensina aos pacientes como adornar caixas, que vão ficar muito bonitas nos armários. “A limpeza energética é importantíssima também. Depois que desceu com todos os objetos, que separou, é hora de limpar.” As receitas, Rosângela aprendeu com o escritor indígena Kaká Verá: “Numa garrafa Pet de dois litros, dilua duas colheres de amoníaco na água, para tirar bicho, mofo, sujeira. Passe o pano no armário todo e depois lave-o em água corrente. O segundo passo é colocar sal grosso em outra garrafa com água. Passe pelo armário, lave o pano e vá para a última etapa, que é a de diluir essência de alfazema em álcool de cereais, ponha um pouco na água, pegue um pano seco e passe. Vai ficando tão boa a limpeza que dá vontade de passar também no chão. Só depois suba com as caixas organizadas. A vida, então, começa a mudar no rumo daquilo que você deseja. Mas é preciso definir as metas junto com a limpeza e a organização”. Ela cita o caso de duas pacientes que “destralharam” a casa, firmaram num propósito e, ao fim de alguns meses, conseguiram comprar dois apartamentos, sem a ajuda de ninguém, a não ser delas mesmas. Ela avisa que o processo de organização é ininterrupto, porque a vida flui. “Depois que você começa, não consegue mais parar, porque ‘destralhar’ representa uma busca do equilíbrio interno.” Obras inacabadas precisam ter fim: Desordem externa leva à interna. É preciso repetir. O arquiteto Carlos Solano, que aprendeu muito com a benzedeira dona Francisca e com os mestres orientais do feng shui, conta que é comum para quem vive em um ambiente cheio de entulho se sentir cansado, deprimido e desanimado. “Há fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos.” Ele aponta também possíveis efeitos do acúmulo de bagunça, como sentir-se desorganizado, fracassado, limitado, apegado ao passado e também o aumento de peso. No porão e no sotão, as tralhas viram sobrecarga. Na entrada, restringem o fluxo da vida. Empilhadas no chão, nos puxam para baixo. Acima de nós, provocam dores de cabeça. Sob a cama, poluem o sono.” Ele sugere fazer perguntas úteis na hora de “destralhar-se”: “Por que estou guardando isso? Será que tem a ver comigo hoje? O que vou sentir ao liberar isso? Depois vá fazendo pilhas separadas para doar ou para jogar fora. E para ‘destralhar’ mais ainda livre-se de barulhos, das luzes fortes, das cores berrantes, dos odores químicos, dos revestimentos sintéticos. Libere mágoas, pare de fumar, diminua o uso da carne e termine projetos inacabados”. Citando a sabedoria sagrada, Solano diz: ‘“Se deixas sair o que está em ti, o que deixas sair te salvará. Se não deixas sair o que está em ti, o que não deixas sair te destruirá’, arremata o mestre Jesus, no evangelho de Tomé”. O arquiteto também tira da sabedoria oriental a frase: “Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente. O Ocidente resiste a essa ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente”

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Ser feliz


"Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência. 

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões. 

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. 

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. 

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. 

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. 

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…"

Augusto Cury

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Os 12 princípios da inteligencia espiritual

Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”.

1. Tenha pensamentos afirmativos, sempre. Não pense como vítima das circunstâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte.


2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã? Para que eu vivo, por o que daria minha vida? O que me motiva para fazer coisas todos os dias? Quem eu sou realmente? Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso. Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é uma dádiva e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.

3. Tenha humildade. Precisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.

4. Viva a compaixão. A origem dessa palavra significa “sentir com”. Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor. “Nascemos quando o Big Bang surgiu”. Lembre-se sempre: existimos em uma teia- a Teia da VIda.

5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”. E precisamos rever nossos valores para servir uns aos outros. Como fazer isso? Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar.

6. Viva o presente. Tire o peso do passado e das preocupações – e viva o agora! Liberte-se!

7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afeta a vida do outro. Se me permito sentir-me negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade, meu trabalho. Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas.

8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar: por quê? Nós nos fechamos à verdade se não questionamos.

9. Mude a sua mente, seus paradigmas e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva. Isso é muito necessário no meio empresarial. Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação. Educação significa memorização, imposição? Ou é ajudar as pessoas a fazerem boas perguntas? Todos precisamos rever o nosso papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.

10. Valorize seus princípios, mesmo que sejam impopulares. Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se. Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.

11. Celebre a diversidade. Isso não significa numa empresa, por exemplo, colocar uma mulher ou negro num cargo alto só por serem assim ou assado, mas construir um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a ensiná-lo. Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.

12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a diferença. Você não precisa ser o Gandhi ou o Luther King. Cozinhar um bolo pra sua família, brincar com seu filho, ouvir um amigo, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos.

Helena Gerenstadt

domingo, 13 de outubro de 2013

Felicidade é amor, só isto

Quanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida. Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.
O dinheiro não era nada, o poder não era nada. Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz.
A beleza não era nada. Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.
Também a saúde não contava tanto assim. Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.
A felicidade é amor, só isto.
Feliz é quem sabe amar. Feliz é quem pode amar muito.
Mas amar e desejar não é a mesma coisa.
O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.
O amor não quer possuir.
O amor quer somente amar.
Hermann Hesse

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Meditação para mudar seu estado mental

Matéria by Deva Shabdam Janete

“Os lóbulos das orelhas são pontos de acupuntura muito importantes, bem conectados com as lembranças. Quando a orelha é furada a energia sofre um choque por dentro. Na verdade, furar as orelhas com brincos e enfeites era até mesmo um remédio bem conhecido para certas enfermidades mentais.
Na China, esse era o único tratamento para curar doenças mentais. A energia flui mais diretamente para o cérebro quando uma obstrução intermediária é removida. Isso era um recurso importante para despertar as lembranças.

Osho diz que isso se tornou um costume na Índia – após um periodo quando havia uma taxa alta de mortalidade infantil – furar as orelhas (piercing) das crianças - porque foi descoberto que aquelas crianças com brincos nas orelhas tendiam a não morrer, devido a isso houve uma “mudança fundamental na energia de vida como um resultado do piercing”.

Faça essa meditação sempre que você estiver se sentindo TRISTE, PREOCUPADO, ABATIDO, OU ZANGADO...

Segure os lóbulos da Orelha (parte marcada em vermelho na imagem)
Pierce suas orelhas (Não, é brincadeira!)
Segure os lóbulos das orelhas e esfregue-os com força. Você irá perceber uma mudança no seu estado mental”.

Osho: The True Sage

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Dicas


Quando não há nada mais a ser dito, silencia.

Quando não há mais nada a ser feito, permitas apenas ser, apenas estar e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires.

Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós da intranqüilidade, descansa e refaz tua energia.

Não há pressa, a prioridade é que tu encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar.

Quando o vazio instalar-se em teu peito, dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e encontra em ti mesmo a compreensão para este estado.

É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável.
Tudo pode ser mudado, existe sempre uma nova escolha paraqualquer opção errada que tenhas feito.

Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocuparescom a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luzque é tua por natureza.

Não te preocupes, se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente necessitas viver.

Confia e vai em teu caminho de paz.Nada é mais gratificante que ver alguém submergindo da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz.
Ela sempre esteve presente...
Era só abrir os olhos...~

São Francisco de Assis

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Dicas úteis

Dr. Haruo Nishimura, médico ortopedista, militar do Exército e figura de expressão máxima do judô brasileiro. Foi ele quem operou a coluna do falecido Presidente João batista de Figueiredo.
Médico naturalista ensina...

 
Um médico naturalista ficava muito triste sempre que participava de congressos: constatava que os resultados, embora comprovados, não eram divulgados, "NÃO DÁ IBOPE". Passou a ensinar dois exercícios e duas ações simples que evitam problemas cardíacos: 

1º. Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar. Esse exercício melhora o posicionamento da coluna e da postura, diminuindo/retardando o encurvamento das costas, aliviando suas dores e, baixando a pressão;

2º. Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar o corpo na ponta dos pés), primeiro rápido até esquentar as panturilhas e depois uma sequência de 10 movimentos lentos. Pronto. Esse exercício bombeia o sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita obstrução das veias. 


Nos primeiros 6 meses, se a pessoa estiver com excesso de peso, ela emagrece da cintura para baixo e, nos 6 meses seguintes, da cintura para cima; depois de 2 anos, não engorda mais e, além de tudo, diminui o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia, R$38.000,00 e, de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam. Melhora o problema de micro varizes;

3º. Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem quente (o famoso escalda pés - além de relaxar, esse processo desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés, melhora o cabelo e melhora, inclusive, a visão. Esse processo foi pesquisado com pessoas diabéticas e o resultado evidenciou a melhora na circulação sanguínea, diminuindo os casos de gangrena, o quadro geral de saúde dos pesquisados melhorou, e como um fato relevante, a melhora da visão. Evita o encurvamento da coluna;

4º. Ao perceber que a pressão subiu, coloque as pernas dentro de um balde com água
muito gelada até os joelhos. Permaneça nesta imersão por 20min. Este processo fará com que o organismo, na busca de aquecer os membros inferiores, faça com que o acúmulo de sangue na cabeça desça, baixando a pressão.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Regras para viver melhor


1. Pense sempre, de forma positiva. Toda a vez que um pensamento negativo vier à sua mente, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso da noite para o dia, assim como um atleta, treine muito. 

2. Não tenha medo de nada e nem de ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo. 

3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um imã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado começa a se materializar quando nos lamentamos.

4. Risque a palavra "culpa" do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-os.

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu quotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure viver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, no passado. Aproveite o aqui e o agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.


ESTRATÉGIAS FÍSICAS (O QUE VOCÊ DEVE FAZER DE FORA PARA DENTRO)

1. A água purifica. Sempre que puder vá à praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine que seu cansaço físico e mental e toda a carga negativa estão indo por água abaixo. 

2. Ande descalço quando puder, na terra de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Ou escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal grosso para se descarregar. 

3. Mantenha contato com a natureza, tenha em sua casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como um relaxante natural. 

4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer nos sentirmos vivos, aflora a nossa emoção e abre o nosso canal com a alegria. 

5. Queime um incenso de vez em quando e purifique o seu ambiente. Prefira fazê-lo na sua casa e aproveite para meditar, respirar profunda e pausadamente, como se fosse uma ginástica mental. A mente também precisa de exercícios.

6. Sinta o aroma das flores e dos perfumes sempre que tiver uma oportunidade. Muitas sensações de conforto se originam num simples ato de inspirarmos delicadamente fragrâncias sutis e agradáveis.
          
7. Liberte-se! Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia. Tem efeito revigorante para qualquer ser humano. Conheça novos lugares e novas pessoas periodicamente. Viva a vida!

AUTOR DESCONHECIDO

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Mania de explicação


(Texto extraído do livro "Mania de Explicação da Adriana Falcão)


"Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa... 

Solidão é uma ilha com saudade de barco.

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer “eu deixo” é pouco.

Pouco é menos da metade.

Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.

Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Agonia é quando o maestro de você se perde completamente.

Preocupação é uma cola que não deixa o que não aconteceu ainda sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Renúncia é um não que não queria ser ele.

Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.

Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente.

 Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.

Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.

Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é fevereiro.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.

Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.

Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.

Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.

Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.

Desatino é um desataque de prudência.

Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Emoção é um tango que ainda não foi feito.

Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Desejo é uma boca com sede.

Paixão é quando apesar da placa “perigo” o desejo vai e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não. Amor é um exagero… Também não.
É um desadoro… Uma batelada?
Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Você é responsável por suas experiencias


Nosso subconsciente trabalha na materialização de nossas crenças.
Ele não tem senso de humor.
Faz sempre o que acreditamos.
Não falha.
Dessa forma, o fracasso não existe.
Você foi sempre um sucesso!
Sua vida é obra sua.
Você é responsável por suas experiências.
Mesmo aquelas que parecem não depender de você foram atraídas por sua forma de pensar.
As coisas não vão bem?
Só colhe infelicidade?
É hora de perceber como você consegue fazer isso.
Certamente não escolheu a atitude adequada para obter bons resultados.
Mudando essa atitude, tudo se modificará.
A vida deseja que você desenvolva seus potenciais de espírito eterno e aprenda a ser feliz.
A felicidade é nosso destino e só o bem é verdadeiro.
Para nos ensinar isso, a vida programa nossas experiências de acordo com nossas necessidades.
Através do resultado dessas experiências conquistamos a sabedoria.
Na queixa há sempre uma justificativa para continuarmos a ser como somos, mas há também uma autoimagem negativa.
Você pensa que não pode fazer nada, que é incapaz e não merece.
Conforma-se em ser pobre, em ficar em segundo plano, em pensar primeiro nos outros (“é feio pensar em você primeiro”).
Acha que, para você ter, outros terão que dar e perder.
Como se Deus fosse pobre e tão limitado que para dar a uns teria que tirar de outros. Esses pensamentos são altamente depressivos e atraem infelicidade.
Seu subconsciente obedece às mensagens que você lhe envia.
Você tem todo o poder de criar seu próprio destino.
Se deseja viver melhor, reconheça isso.
Faça uma lista de suas crenças e até das frases que costuma dizer.
Se puser atenção e for sincera, logo vai perceber quais as crenças que são responsáveis por sua infelicidade.
Não pense mais nelas.
Esqueça-as.
Quanto mais se preocupar em eliminá-las, mais pensará nelas e as alimentará.
Trate de cultivar o oposto.
Faça afirmações positivas sempre usando o presente.
Exemplo: “Eu sou feliz”, “Tenho muita sorte”, “Minha saúde está cada dia melhor”, etc. Escreva-as e espalhe-as em sua casa, nos lugares onde você possa vê-las constantemente.
Repita-as várias vezes por dia.
Mas não se esqueça de pôr emoção nelas, acreditar realmente no que afirmar.
Ignore aquela vozinha que lhe diz que não vai funcionar.
Não custa nada experimentar.
Lembre-se de que todos os problemas de sua vida foram criados por você.
Você foi, é e sempre será um sucesso.
Suas escolhas podem ter dado um resultado diverso do que você esperava, mas você conseguiu materializa-las.
Refletem o que você crê, e o que você crê seu subconsciente materializa…
Pense nisso.

Zíbia Gasparetto

quinta-feira, 14 de março de 2013

Virus mentais


As pessoas andam muito preocupadas com os vírus em seus programas de computador, mas se esquecem que há certos tipos de pensamentos automáticos que provocam verdadeiras panes em suas próprias mentes. Passe agora um antivírus em seu cérebro! Se detectar algum desses vírus, delete-o imediatamente:


Vírus 1 - Pensamento sempre/nunca: esse vírus ocorre quando você pensa que alguma coisa que aconteceu vai sempre se repetir, ou que você nunca vai conseguir o que quer. Variantes do vírus: ele sempre me diminui, ninguém vai telefonar pra mim, eu nunca vou conseguir um aumento, todo mundo se aproveita de mim, meus filhos nunca me ouvem. Quando você perceber este vírus, delete-o usando os programas da sua consciência.

Vírus 2 - Vírus do negativismo: corre quando seus pensamentos refletem apenas o lado ruim de uma situação e ignoram qualquer parte boa. Delete-o com o programa otimismo.

Vírus 3 - Vírus de prever o futuro: esse terrível vírus ocorre quando você prevê o pior resultado possível de uma situação. Ele provoca um colapso em suas iniciativas, fazendo-o desistir antes de tentar. O antivírus para este é cair na real. Afinal, se você pudesse prever o futuro, seria um bilionário da loteria agora. 

Vírus 4 - Vírus de leitura das mentes: este vírus está agindo sempre que você acha que sabe o que as pessoas estão pensando, mesmo que elas não lhe tenham dito nada. O antivírus é lembrar que já é meio difícil ler a própria mente, quanto mais a dos outros.

Vírus 5 - Vírus pensar com sensações: estes vírus em geral te infectaram em alguma situação desagradável no passado. Agora, situações semelhantes vão provocar pensamentos negativos: "eu tenho a sensação que isso não vai dar certo" - simplesmente delete o bicho!

Vírus 6 - Vírus da culpa: substitua palavras como eu deveria, eu preciso, eu poderia, eu tenho que... Por eu quero, eu vou, eu posso fazer assim... Não fique centrado no passado. Use o "antivírus momento presente".

Vírus 7 - Vírus rotulação: sempre que esse vírus coloca um rótulo em você mesmo ou em outra pessoa, ele detém a sua capacidade de ter uma visão clara da situação: variantes - tonto, frígida, arrogante, irresponsável e mais de um milhão de rótulos auto-instaláveis. O rótulo generaliza, transformando a realidade das pessoas em imagens virtuais de sua imaginação infectada. O melhor anti vírus pra ele é o “ampliação da consciência.exe”.

Vírus 8 - Vírus da personalização: esse faz você levar tudo pro lado pessoal. Exemplo: quando alguém passa por você de cara amarrada e não te cumprimenta, o vírus faz crer que a pessoa certamente está com raiva de você. A "expansão da consciência ex" deleta muito bem este tipo de vírus.

Vírus 9 - Vírus culpar os outros sempre: é o pior de todos os vírus do pensamento! Ao culpar automaticamente os outros pelos problemas da sua vida, este vírus o torna impotente para responsabilizar-se pelo próprio destino. 

Incapaz de mudar qualquer coisa. 

Use o “antivírus da auto-estima” e pare de projetar nos outros as suas próprias culpas.

Post de Salete Russi Maia